Alexandre Melo
Carlos Alexandre Melo Santos (Bataiporã, 31 de maio de 1989), mais conhecido como Alexandre Melo, é um produtor audiovisual, produtor de eventos, ator, diretor, cenógrafo, roteirista, bailarino, cantor e coreografo brasileiro.
Biografia
Nascido em Bataiporã e criado em Taquarussu no estado de Mato Grasso do Sul. É filho de Nida e Luiz, e irmão da modelo Maíra Mello. Mudou-se aos 16 anos em 2006 para capital Sul-mato-grossense onde começou a estudar teatro. Alexandre consolidou sua carreira no teatro e também na produção audiovisual e de eventos. Atualmente mora na cidade do Rio de Janeiro.
Carreira
Ao longo da minha trajetória, construí um caminho plural nas artes cênicas e audiovisuais, atuando de maneira integrada entre gestão, criação e prática artística. Meu trabalho parte da ideia de que a arte transforma, questiona, acolhe e move, por isso, busco criar projetos que unam sensibilidade estética, inovação e impacto social.
Tenho formação em Processos Gerenciais, técnico em teatro e produção cultural e ´Pós-graduação em cinema, além de diversos cursos ao longo desses anos.
Atuo de forma profissional na produção e gestão de projetos culturais, com experiência em todas as etapas do processo. Trabalhei em projetos contemplados por editais e incentivos como Lei Aldir Blanc, Chamada Cultural Vale, Lei Rouanet, Ondas Culturais e Lei Paulo Gustavo, além de festivais como Festival de Inverno de Bonito, Cena Aberta e Boca de Cena.
Desenvolvo uma pesquisa artística que atravessa corpo, narrativa e espaço cênico, e com meus trabalhos já obtive alguns reconhecimentos, tais como:
🏆 1º lugar – O que os olhos veem o coração sente? – Prêmio de Teatro Campo Grande
🥈 2º lugar – A máquina do tempo e o Brasil – Prêmio Funarte de Dramaturgia
🥉 6º lugar – Solamentesó – Prêmio Ipê de Dramaturgia
🎬 A culpa não é sua – Top 10 no Prêmio MS Audiovisual Abboud Lahdo
🎭 Moção de Congratulação como ator – Espetáculo Pedra Bruta
Minha arte nasce do encontro entre corpo, palavra, espaço e afeto. Busco criar projetos que dialoguem com o público e ampliem a experiência sensorial, promovendo acessibilidade, inclusão e reflexão sobre o mundo que vivemos. Mais do que ocupar palcos e telas, quero criar pontes.
